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20 de dezembro de 2009

é.. fui abandonada..

21 Neurônios comentaram.

(..pq alguém aqui tem que fazer drama, ne? rs).

Ontem a noite, depois que cheguei do meu MEGA trabalho fui a casa de Cris e Flavih dar tchauzinho! Afinal hoje elas me ABANDONARIAM! Tudo bem que eu as abandonei nas férias passadas por uma semana, mas precisa me abandonar por um mês? UM mês? UM MÊS? Ân? Ân? Ân? Acho que nao, hein? Tá que todo mundo precisa tirar férias, férias de mim tambem, rs. Por isso estão perdoadas! Mas como disse Daniel Savio nos comentarios, 'pelo menos me carreguem no coração' ja que nas malas eu nao posso ir, rs.
Mas chega de drama, vamos a novidade: Eu to de emprego novo! U-huuu. Ele MEGA consome meu tempo, mas eu to gostando! Pois é.. é isso aê! Até antes do Natal gente õ/
Ps.: Sim! Eu estava se pijama na praia, rs. Eu vivo pra ser feliz e nao pra ser normal \õ/

24 de novembro de 2009

Saudade..

17 Neurônios comentaram.

Saudade é ser, depois de ter, é melhor do que caminhar vazio, é amar um passado que ainda não passou, é recusar um presente que nos machuca, é não ver o futuro que nos convida... embora o corpo se mova, a alma, às vezes, fica para trás. Saudade é o que fica... de quem não fica. É a nossa alma dizendo para onde ela quer voltar. É não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche. Saudade é solidão acompanhada, é o amor que fica. É como um amante, o nosso amor sai, ele entra. Saudade é quando o momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo e não consegue. Na verdade, não temos saudades, é a saudade que nos tem, que faz de nós o seu objeto. Imersos nela, tornamo-nos outros. Todo o nosso ser ancorado no presente fica, de súbito, ausente. Lembro-me do passado, não com melancolia ou saudade, mas com a sabedoria da maturidade que me faz projetar no presente aquilo que, sendo belo, não se perdeu. Mas lembrar-se com saudade é como se despedir de novo. Porque metade de mim é partida, mas a outra metade é saudade... (Se não me engano - Pablo Neruda).

Ps.: queria reviver o inicio do mes de Julho!

23 de setembro de 2009

Amizade

26 Neurônios comentaram.
Às vezes, na vida, formam-se laços que jamais poderão ser partidos. Às vezes, você realmente encontra uma pessoa que sempre a apoiará haja o que houver. Talvez seja um esposo e comemorará isso com um casamento de sonho. Mas existe a chance de que a pessoa com quem você pode contar por toda a vida, aquela pessoa que a conhece por vezes melhor do que você própria seja a mesma pessoa que sempre esteja ao seu lado.

Trecho do filme - Noivas em Guerra


Ps: Só quero agradecer pela amizade pura e verdadeira que você sempre me ofereceu. Obrigado por está ao meu lado sempre. Você é minha pessoa, nem preciso dizer mais.

22 de julho de 2009

Amigos

16 Neurônios comentaram.
Postando meio atrasado, já que o dia do amigo foi a dois dias atrás, mas recebi esse selo e não poderia deixar de postar. Agradecemos a dona do A menina e o Blog pela a atenção. E o oferecemos a todos os nossos amigos seguidores.

Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila. Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante. A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos. Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo. Deles não quero resposta, quero meu avesso. Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco. Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças. Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta. Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria. Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto. Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade. Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos. Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça. Não quero amigos adultos nem chatos. Quero-os metade infância e outra metade velhice! Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa. Tenho amigos para saber quem eu sou. Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril.

Oscar Wilde

6 de dezembro de 2008

[cenas toscas = amizade]

2 Neurônios comentaram.
Amizade é coisa engraçada. Você faz um amigo das formas e nas horas menos esperadas. E uma das formas mais esquisitas é rindo da desgraça alheia. Sabe quando você se encontra rindo de uma cena tosca provocada por uma pessoa igualmente tosca, e olha pro lado para ver se é só você que possui esse humor negro, então encontra outro ser que possui essa característica tão forte quanto você? Assim, muitas vezes, se forma uma amizade, e tal qual como se formou, se mantém com uma característica básica: rir das desgraças dos outros, inclusive da sua e da dele. Mas isso é que torna a amizade tão única e firme, essa possibilidade de você se expressar com toda a força de sua personalidade, sem meias palavras, sem meios sentimentos. E o melhor é saber que não existirá ressentimento por isso, pois o outro também se sentirá da mesma forma. Livre.

Felizmente, boa parte das minhas amizades é assim, coincidência ou não, a maioria destas são com pessoas do sexo masculino, talvez os homens tenham uma facilidade maior para ignorar certas regras de condução. Mas espera, não é comum eu fazer amizades através dessas situações hilárias, por assim dizer. Não vivo rindo dos outros, ás vezes eu deixo passar algumas coisas. =D

Já tive essa experiência quando em uma semana, vindo para casa dos meus pais (comida boa e descanso!). Na parada do ônibus para o lanche, sentei na mesma mesa que uma garota. Foi aí que vi uma cena digna de altas risadas. Uma senhora bem velha cheia de pele, como diria um bom cearense ‘com as pelancas caída', com uma saia curtíssima e a parte superior do biquíni, somente. Aparentemente vindo de uma praia, a pele estava tão queimada que dava dó. Faltava nela uma coisa simples, senso do ridículo. Fiquei com vergonha por ela. Então olhei com cara de 'que-marmota-é-essa?' para a garota e ela já me olhava da mesma maneira. Depois de alguns minutos estáticas com aquela imagem, o suficiente para a protagonista da cena ir embora, não a desapontamos e caímos na risada. E pronto. Laços criados.